Tag: eletrônico
LIVING OPEN AIR - ESSE DOMINGO - 19/07
de djrafaelramos em jul.17, 2009, categorias: Agenda, Clube Semanal, Comédia, DJs & VJs, Festas, Fotos & Videos, Indoor, MP3, Notícias, Open-Air, Perfil, Wave


Após 2 anos PsyCraft volta ao Brasil
de admin em set.12, 2008, categorias: DJs & VJs, Festas, Open-Air
O Psycraft é um nome clássico na cena israelense, Alon Algrasi e Nir Sidon trabalham juntos há 10 anos no desenvolvimento do projeto. Eles lançaram seu primeiro ábum, chamado “Gravitech”, em 2001. O segundo álbum veio em 2004, chamado “New Moves”.
O lançamento de seu terceiro álbum confirmou o melhor momento criativo da dupla e criou uma grande repercussão mundo afora. Nas apresentações ao vivo Nir controla o mixer e os sintetizadores enquanto Alon mostra sua intimidade com a guitarra.
Suas músicas aparecem em compilações da HOMmega Records, que é sua gravadora e T.I.P. O dueto já fiz remixes para Space Cat e Psy Sex e terminaram um remix para o clássico Infected Mushroom & Yahel – “Electro panic”.
Agora, depois de 2 anos voltam ao Brasil para uma super apresentação exclusiva na Kellp Trance, que se realizará dia 20 de setembro, em São Paulo. O live será totalmente exclusivo e com diversas surpresas.
Toby Tobias - Lounge
de admin em set.04, 2008, categorias: DJs & VJs, MP3
Produtor inglês fala sobre disco music, anos 90 e suas faixas favoritas.
Toby Tobias já circula com sua neo disco house music atmosférica há um bom tempo. Seus edits tem aparecido em vários selos cultuados como o Bear Funk durante muito tempo. Seu primeiro álbum Space Shuffle, lançado este ano, vem recebendo ótimas críticas e funciona quase como um troféu reconhecendo a trajetória do produtor e DJ londrino.
Space Shuffle é um trabalho que se encaixa no limite entre a disco/house music e o chill out, mostrando por vezes melodias cheias de grooves ótimos, e outras marcadas mais por um clima de lounge, de contemplação auditiva.
Toby Tobias - Feeling feat Kathy Diamond (mp3)
Toby Tobias - Schoon (mp3)
Jade Augusto Gola
(http://rraurl.uol.com.br)
Foguete MACH2 na Rave
de admin em ago.22, 2008, categorias: Festas, Fotos & Videos, Open-Air
Mais um Segredo da última festa.
Infos oficiais do HMF
de admin em ago.08, 2008, categorias: Festas, Open-Air
Organizadores confirmam data (11/out), local (Helvétia) e novos nomes: Fischerspooner e Mauro Picotto.
Com o site devidamente no ar, o Helvétia Music Festival divulga suas informações oficiais, com algumas novidades em relação ao que noticiamos em primeira mão mês passado.
Sébastien Léger não vem, e entre os confirmados a novidade é Mauro Picotto e sua tenda Meganite, além do live de electroclash e afins do Fischerspooner. Completando o line-up, manifestações do trance, techno e prog pelas mãos de Markus Schulz, Marco V., MAR-T, Paolo Mojo, Brian Cross,Misha, Gabri Fasano, além dos brasileiros Ferris, Edgar Fontes, Júlio Torres e Spyzer.
PREÇOS
O Helvétia se inspira no Ultra de Miami e no Dance Valley holandês para realizar uma day party, que começa a partir das 10 da manhã. No primeiro lote de ingressos, R$ 120 para os homens, R$ 80 para as mulheres. O lote seguinte sobe para R$ 160 (H) e R$ 120 (M), fechando com o terceiro lote e provável preço de porta: R$ 180 (H) e R$ 140 (M).
Infos completas sobre artistas, preços e pacotes aqui.
Joaquim Lefévre (http://rraurl.uol.com.br)
Hellektro - Electro dos infernos!
de admin em ago.07, 2008, categorias: DJs & VJs, MP3
Se você já esteve em um clube alternativo europeu onde rolava alguma festa gótica/industrial, certamente deu de cara com um pessoal meio estranho, usando roupas cyberpunk com cores fluorescentes, mangueiras servindo de apliques de cabelo, máscaras de gás, coturnos assassinos e plataformas altíssimas. De certo você deve ter se perguntado “what the fuck is this?!”
O fato é que desde a segunda metade dos anos 90 um grupo de jovens que curtiam o lado mais agressivo da música eletrônica industrial e da EBM resolveu inventar o termo “Hellektro”, ou o electro dos infernos, também conhecido por muitos como “terror ebm”, “dark electro” ou ainda “aggrotech”.
O som basicamente se resumia as vertentes mais nervosas da EBM, com bandas que tinham como principal característica o uso de vocais extremamente distorcidos, sintetizadores ácidos, letras pesadas e temas mórbidos.
Entre os nomes mais cultuados do cenário hellektro estão o Suicide Commando, Tactical Sekt, Aghast View, Amduscia, Combichrist, Hocico, Cenobita, Dawn Of Ashes, Wumpscut, e tantos outros - embora a maioria não goste de ser colocado dentro deste rótulo.
Combichrist - Get Your Body Beat (Amduscia Remix) (mp3)
Hocico - Poltergeist [Slave Version] (mp3)
Suicide Commando - Hellraiser (mp3)
Wumpscut - Soylent Grun (mp3)
No Brasil, a coisa toda ainda engatinha, mas já encontra bom público espalhado por várias festas alternativas do país. Um novo nome da cena dark elektro nacional, o projeto Nahtaivel, acaba de lançar seu primeiro CD solo este ano (Killer Speaks), após já ter publicado vários trabalhos apenas em formato digital. Fernando Nahtaivel, a mente infernal por trás do projeto, fez um rápido bate-papo com o rraurl e falou mais sobre o hellektro.
Existe espaço para um projeto ou banda deste tipo no Brasil? Existem outras bandas do estilo por aqui?
Existe espaço sim. Há muitas festas boas por aqui onde toca-se este tipo de música. Na grande maioria festas góticas, só algumas poucas exclusivas para o EBM. Estão aparecendo muitas bandas e produtores bons, e acho que podemos evoluir muito ainda com um maior intercâmbio entre os estados e a divulgação deste tipo de música, para pessoas que fazem parte de outras cenas undergrounds que também previlegiam uma arte obscura.
Algumas bandas que fazem EBM e industrial no Brasil a qual acho que tem muita qualidade são o Pecadores, A Industrya, Hatech e Euphorbia.
Quais as principais influências do NAHTAIVEL ?
Eu escuto muitos estilos de música, como várias vertentes da e-music, rock progressivo 70’s e música clássica. Mas a minha maior influência é o black metal. Principalmente de bandas como Emperor, Lymbonic Art, Bathory, Burzum, Mercyful Fate, Mayhem e Samael. Este último foi minha porta de entrada para a e-music. Pois desde o meio dos anos 90 eles misturam o black metal com música eletrônica, e a partir deles comecei a conhecer várias bandas de e-music.
Porque a escolha de temas violentos, obscuros e agressivos das letras?
Porque é assim que eu enxergo o mundo. Para todo lugar que olho é isto que enxergo. Desgraça, violência, corrupção, tristeza. É isto que expresso em minhas letras. É claro, temos momentos bons no mundo também, mas quão pequeno é uma promoção, um presente, um ato de caridade, perto de guerras sem fim, estupros, assassinatos em família, politicagem corrupta, igrejas pedófilas, torturas sem sentidos.
No CD que lancei agora pela Wave Records, chamado Killer Speaks, grande parte das letras, o título do álbum e a capa, foram baseadas nos casos de pessoas normais, que tornam-se assassinos seriais e fazem chacinas em lugares públicos como faculdades, locais de trabalho, shoppings. Elas falam sobre os motivos que eu acho que levariam a alguém fazer algo assim. E os sentimentos que elas teriam no momento dos assassinatos.
O lado visual (roupas, etc) do pessoal que curte este tipo de som é fundamental? O NAHTAIVEL se preocupa em ter uma imagem forte que o associe a esse estilo?
Não diria que é fundamental. Pois você não precisa se vestir de uma determinada maneira para escutar um tipo de som. Mas acho que para a banda o lado visual é importante sim. Pois nos shows é mais uma linguagem que expressa o sentimento que você quer passar. Você passa este sentimento através de sua música, de sua letra, de sua postura e do seu visual. E na divulgação de sua imagem também é importante, pois vendo o visual do artista, você pode ter uma idéia do que esperar de sua música.
Alisson Göthz (http://rraurl.uol.com.br)
live from vlad dracul’s castle, romania
Concurso cultural reconhece talento de VJs – os vídeo jockeys
de cristina em jul.31, 2008, categorias: Festas, Fotos & Videos, Indoor
A partir de 1º de agosto, VJs do Brasil inteiro poderão se inscrever para a segunda edição do “The Green Project VJ”. A ação é um concurso cultural que premia o trabalho de profissionais que atuam na área artística de desenvolvimento de vídeo para reprodução em festas e eventos. No ano passado, mais de 100 pessoas participaram do projeto.
Para participar, basta se inscrever, gratuitamente, através do portal do The Green Project (www.thegreenproject.com.br), até o dia 20 de agosto. Após realizado o cadastro, cada candidato receberá um Kit do Competidor com um DVD com imagens que deverão ser utilizadas como referência e uma trilha sonora, criada pelo DJ Alek Araújo de uso opcional, para a produção do vídeo. Depois de prontos, os vídeos devem ser enviados via upload, também pelo hotsite, até o dia 31 de agosto.
Uma das novidades desta edição é a premiação da escolha da audiência. De 5 a 11 de setembro, o público poderá acessar o hotsite do concurso e votar em um dos 25 vídeos pré-selecionados. O mais votado será premiado com R$ 1 mil. Além disso, a participação do VJ Spetto, uma das referências nacionais em vídeo jockeys, é outra inovação.
Realizado pela Pernod Ricard Brasil e patrocinado pela marca de whisky Passport, o concurso dá direito a premiação financeira aos três primeiros colocados (R$ 3 mil, R$ 2 mil e R$ 1 mil, respectivamente), e a oportunidade dos vencedores mostrarem sua produção em festas promovidas pelo Passport em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.
“Nossas expectativas para a segunda edição são as melhores possíveis. No ano passado recebemos mais de 100 inscrições e agora aguardamos cerca de 200 vídeos. È muito estimulante ver a continuação do The Green Project VJ, porque essa ação se comunica diretamente com o público de Passport, pessoas jovens que estão antenadas com as principais tendências musicais do mundo”, comemora o gerente de marketing de Tradicionais da Pernod Ricard, Eric Sampers.
A banca julgadora do concurso será formada, mais uma vez, pelo VJ Cereal, VJ Spetto e a equipe de marketing da Pernod Ricard, no dia 2 de setembro. Tanto os vencedores escolhidos pela banca quanto o mais votado pelo público serão conhecidos no dia 12 do mesmo mês, durante a festa de Passport em São Paulo.
Na ocasião, o VJ campeão apresentará sua criação.
The Green Project
A plataforma The Green Project reforça os conceitos de criatividade e autenticidade da marca Passport, buscando a proximidade com o universo do design e da cultura. Foi lançada como um circuito de festas que trazem os conceitos da marca Passport, tendo a garrafa do produto como ícone, o destaque do verde na decoração e um line-up que reúne DJs nacionais e estrangeiros. Foram realizadas também festas virtuais no Second Life dentro do mesmo conceito, que aconteceram no espaço virtual Cais do Porto, na Ilha de Porto Alegre, e ainda um concurso nacional de VJs e um curso para DJs em Florianópolis.
Em dezembro de 2007 Passport trouxe ao Brasil o badalado street artist inglês Julian Beever, conhecido pelas incríveis pinturas em 3D que realiza pelas ruas em todo o mundo. Beever realizou duas intervenções nas cidades de Porto Alegre e Curitiba. Nas duas cidades também foram desenvolvidas ações com artistas locais. O resultado dos trabalhos pode ser conferido no portal The Green Project.
A agência Inside Direct, de Porto Alegre, é a responsável pela criação, conceitos e a implementação das ações The Green Project.
Passport
Blended whisky produzido e envelhecido na Escócia e engarrafado no Brasil, Passport foi criado na década de 60. Seu principal malte é o Glen Keith, famoso pelo seu sabor puro, inigualável e cativante bouquet de grãos torrados e levemente aromáticos. Possui um peculiar sabor frutado que deixa um gostinho cremoso de damasco e pêssego no final. Em 1975, a bebida começou a ser importada e engarrafada no Brasil. Desde então, Passport passou a ser uma das marcas de whisky mais apreciadas no país, detendo posição de destaque no segmento de whiskies importados e engarrafados localmente.
