Tag: progressive
LIVING OPEN AIR – ESSE DOMINGO – 19/07
de djrafaelramos em jul.17, 2009, categorias: Agenda, Clube Semanal, Comédia, DJs & VJs, Festas, Fotos & Videos, Indoor, MP3, Notícias, Open-Air, Perfil, Wave


Dj Mark Fischer – Progressive House (Janeiro 2009)
de Dj Mark Fischer em jan.13, 2009, categorias: DJs & VJs, Fotos & Videos, MP3, Perfil
Dj Mark Fischer
- Faça o Download do Set
Set Janeiro 2009
Estilo: Progressive House
Faça o Download do Set
Acesse o site do DJ:
www.djmarkfischer.blogspot.com
Após 2 anos PsyCraft volta ao Brasil
de admin em set.12, 2008, categorias: DJs & VJs, Festas, Open-Air
O Psycraft é um nome clássico na cena israelense, Alon Algrasi e Nir Sidon trabalham juntos há 10 anos no desenvolvimento do projeto. Eles lançaram seu primeiro ábum, chamado “Gravitech”, em 2001. O segundo álbum veio em 2004, chamado “New Moves”.
O lançamento de seu terceiro álbum confirmou o melhor momento criativo da dupla e criou uma grande repercussão mundo afora. Nas apresentações ao vivo Nir controla o mixer e os sintetizadores enquanto Alon mostra sua intimidade com a guitarra.
Suas músicas aparecem em compilações da HOMmega Records, que é sua gravadora e T.I.P. O dueto já fiz remixes para Space Cat e Psy Sex e terminaram um remix para o clássico Infected Mushroom & Yahel – “Electro panic”.
Agora, depois de 2 anos voltam ao Brasil para uma super apresentação exclusiva na Kellp Trance, que se realizará dia 20 de setembro, em São Paulo. O live será totalmente exclusivo e com diversas surpresas.
Toby Tobias – Lounge
de admin em set.04, 2008, categorias: DJs & VJs, MP3
Produtor inglês fala sobre disco music, anos 90 e suas faixas favoritas.
Toby Tobias já circula com sua neo disco house music atmosférica há um bom tempo. Seus edits tem aparecido em vários selos cultuados como o Bear Funk durante muito tempo. Seu primeiro álbum Space Shuffle, lançado este ano, vem recebendo ótimas críticas e funciona quase como um troféu reconhecendo a trajetória do produtor e DJ londrino.
Space Shuffle é um trabalho que se encaixa no limite entre a disco/house music e o chill out, mostrando por vezes melodias cheias de grooves ótimos, e outras marcadas mais por um clima de lounge, de contemplação auditiva.
[audio:http://rraurl.uol.com.br/media/musica/tobytobias/feeling%20fet%20Kathy%20Diamond.mp3]
Toby Tobias – Feeling feat Kathy Diamond (mp3)
[audio:http://rraurl.uol.com.br/media/musica/tobytobias/schoon.mp3]
Toby Tobias – Schoon (mp3)
Jade Augusto Gola
(http://rraurl.uol.com.br)
Foguete MACH2 na Rave
de admin em ago.22, 2008, categorias: Festas, Fotos & Videos, Open-Air
Mais um Segredo da última festa.
Infos oficiais do HMF
de admin em ago.08, 2008, categorias: Festas, Open-Air
Organizadores confirmam data (11/out), local (Helvétia) e novos nomes: Fischerspooner e Mauro Picotto.
Com o site devidamente no ar, o Helvétia Music Festival divulga suas informações oficiais, com algumas novidades em relação ao que noticiamos em primeira mão mês passado.
Sébastien Léger não vem, e entre os confirmados a novidade é Mauro Picotto e sua tenda Meganite, além do live de electroclash e afins do Fischerspooner. Completando o line-up, manifestações do trance, techno e prog pelas mãos de Markus Schulz, Marco V., MAR-T, Paolo Mojo, Brian Cross,Misha, Gabri Fasano, além dos brasileiros Ferris, Edgar Fontes, Júlio Torres e Spyzer.
PREÇOS
O Helvétia se inspira no Ultra de Miami e no Dance Valley holandês para realizar uma day party, que começa a partir das 10 da manhã. No primeiro lote de ingressos, R$ 120 para os homens, R$ 80 para as mulheres. O lote seguinte sobe para R$ 160 (H) e R$ 120 (M), fechando com o terceiro lote e provável preço de porta: R$ 180 (H) e R$ 140 (M).
Infos completas sobre artistas, preços e pacotes aqui.
Joaquim Lefévre (http://rraurl.uol.com.br)
Hellektro – Electro dos infernos!
de admin em ago.07, 2008, categorias: DJs & VJs, MP3
Se você já esteve em um clube alternativo europeu onde rolava alguma festa gótica/industrial, certamente deu de cara com um pessoal meio estranho, usando roupas cyberpunk com cores fluorescentes, mangueiras servindo de apliques de cabelo, máscaras de gás, coturnos assassinos e plataformas altíssimas. De certo você deve ter se perguntado “what the fuck is this?!”
O fato é que desde a segunda metade dos anos 90 um grupo de jovens que curtiam o lado mais agressivo da música eletrônica industrial e da EBM resolveu inventar o termo “Hellektro”, ou o electro dos infernos, também conhecido por muitos como “terror ebm”, “dark electro” ou ainda “aggrotech”.
O som basicamente se resumia as vertentes mais nervosas da EBM, com bandas que tinham como principal característica o uso de vocais extremamente distorcidos, sintetizadores ácidos, letras pesadas e temas mórbidos.
Entre os nomes mais cultuados do cenário hellektro estão o Suicide Commando, Tactical Sekt, Aghast View, Amduscia, Combichrist, Hocico, Cenobita, Dawn Of Ashes, Wumpscut, e tantos outros – embora a maioria não goste de ser colocado dentro deste rótulo.
[audio:http://rraurl.uol.com.br/media/musica/hellektro/combichrist-get_your_body_beat_(amduscia_remix).mp3]
Combichrist – Get Your Body Beat (Amduscia Remix) (mp3)
[audio:http://rraurl.uol.com.br/media/musica/hellektro/Hocico - Poltergeist (Slave Version).mp3]
Hocico – Poltergeist [Slave Version] (mp3)
[audio:http://rraurl.uol.com.br/media/musica/hellektro/Suicide Commando - Hellraiser.mp3]
Suicide Commando – Hellraiser (mp3)
[audio:http://rraurl.uol.com.br/media/musica/hellektro/Soylent Grun.mp3]
Wumpscut – Soylent Grun (mp3)
No Brasil, a coisa toda ainda engatinha, mas já encontra bom público espalhado por várias festas alternativas do país. Um novo nome da cena dark elektro nacional, o projeto Nahtaivel, acaba de lançar seu primeiro CD solo este ano (Killer Speaks), após já ter publicado vários trabalhos apenas em formato digital. Fernando Nahtaivel, a mente infernal por trás do projeto, fez um rápido bate-papo com o rraurl e falou mais sobre o hellektro.
Existe espaço para um projeto ou banda deste tipo no Brasil? Existem outras bandas do estilo por aqui?
Existe espaço sim. Há muitas festas boas por aqui onde toca-se este tipo de música. Na grande maioria festas góticas, só algumas poucas exclusivas para o EBM. Estão aparecendo muitas bandas e produtores bons, e acho que podemos evoluir muito ainda com um maior intercâmbio entre os estados e a divulgação deste tipo de música, para pessoas que fazem parte de outras cenas undergrounds que também previlegiam uma arte obscura.
Algumas bandas que fazem EBM e industrial no Brasil a qual acho que tem muita qualidade são o Pecadores, A Industrya, Hatech e Euphorbia.
Quais as principais influências do NAHTAIVEL ?
Eu escuto muitos estilos de música, como várias vertentes da e-music, rock progressivo 70’s e música clássica. Mas a minha maior influência é o black metal. Principalmente de bandas como Emperor, Lymbonic Art, Bathory, Burzum, Mercyful Fate, Mayhem e Samael. Este último foi minha porta de entrada para a e-music. Pois desde o meio dos anos 90 eles misturam o black metal com música eletrônica, e a partir deles comecei a conhecer várias bandas de e-music.
Porque a escolha de temas violentos, obscuros e agressivos das letras?
Porque é assim que eu enxergo o mundo. Para todo lugar que olho é isto que enxergo. Desgraça, violência, corrupção, tristeza. É isto que expresso em minhas letras. É claro, temos momentos bons no mundo também, mas quão pequeno é uma promoção, um presente, um ato de caridade, perto de guerras sem fim, estupros, assassinatos em família, politicagem corrupta, igrejas pedófilas, torturas sem sentidos.
No CD que lancei agora pela Wave Records, chamado Killer Speaks, grande parte das letras, o título do álbum e a capa, foram baseadas nos casos de pessoas normais, que tornam-se assassinos seriais e fazem chacinas em lugares públicos como faculdades, locais de trabalho, shoppings. Elas falam sobre os motivos que eu acho que levariam a alguém fazer algo assim. E os sentimentos que elas teriam no momento dos assassinatos.
O lado visual (roupas, etc) do pessoal que curte este tipo de som é fundamental? O NAHTAIVEL se preocupa em ter uma imagem forte que o associe a esse estilo?
Não diria que é fundamental. Pois você não precisa se vestir de uma determinada maneira para escutar um tipo de som. Mas acho que para a banda o lado visual é importante sim. Pois nos shows é mais uma linguagem que expressa o sentimento que você quer passar. Você passa este sentimento através de sua música, de sua letra, de sua postura e do seu visual. E na divulgação de sua imagem também é importante, pois vendo o visual do artista, você pode ter uma idéia do que esperar de sua música.
[audio:http://rraurl.uol.com.br/media/musica/hellektro/Rape on the Dancefloor.mp3]
Nahtaivel – Rape on the Dancefloor (mp3)
[audio:http://rraurl.uol.com.br/media/musica/hellektro/That Holy Institution (Remastered).mp3]
Nahtaivel – That Holy Institution (Remastered) (mp3)
Alisson Göthz (http://rraurl.uol.com.br)
live from vlad dracul’s castle, romania